5 de dezembro de 2016

Roomba iRobot: o robô diarista que limpa a casa

Na coluna de Tecnologia & Informação deste mês, confira os últimos lançamentos do mercado. Está cansado de fazer faxina pela casa? Conheça três robôs que garantem a limpeza completa com apenas um clique. Descubra o aplicativo que está ajudando milhares de mulheres a superar as cicatrizes deixadas pela mastectomia: o Inkspiration, um estúdio de tatuagem na palma da sua mão. Saiba mais sobre as TVs futuristas da LG, a chegada do iPhone 7 e o lançamento do novo game da série Call of Duty.


A empresa norte-americana iRobot, famosa por produzir robôs e aspiradores de pó, anunciou novos modelos para limpar e secar ambientes. A linha mais conhecida da empresa, a Roomba, foi apresentada em três versões diferentes, duas destas – Roomba 620 e Roomba 650 – estão à venda na base de R$ 1.199,00 e R$ 1.599,00 respectivamente. O modelo 620 conta com a tecnologia iAdapt 2.0, com sensores capazes de mapear a área e se adaptar ao local, desviando de obstáculos e limpando até mesmo pontos de difícil acesso. Mas quem tira vantagem é o 650, que além de fazer tudo isso vem com agendamento (se programa para desligar sozinho).

APP TRANSFORMA CICATRIZES DE MASTECTOMIA EM ARTE


No mês de outubro muito ouvimos falar em campanhas e mobilizações sobre a importância da prevenção no combate ao câncer de mama, mas a luta segue. A ONG P.ink (Personal Ink), fundada pelo publicitário norte-americano Noel Franus, lançou o aplicativo Inkspiration, que simula a aplicação de tatuagens sobre as cicatrizes deixadas pela mastectomia (cirurgia de retirada dos seios). Os usuários podem selecionar um modelo de corpo ou fazer upload de sua própria foto e “experimentar” tatuagens no peito na privacidade de sua própria casa. O app também ajuda pacientes a encontrar tatuadores com experiência em mastectomia no mundo real. O download pode ser feito na Apple Store. 

O FUTURO DA TV CHEGOU


A nova TV dupla face ultra HD da LG usa a tecnologia OLED (atualmente é a tecnologia mais avançada para a fabricação de aparelhos eletrônicos, encontrada na maioria das TVs curvas) em sua tela de impressionantes 111 polegadas. Ambos os seus lados são visíveis e tal observação pode ser feita simultaneamente. O aparelho tem uma tela flexível que é anexada à parede usando um suporte magnético medindo apenas um milímetro de espessura. A LG também mostrou um segundo modelo, que combina três telas de 65 polegadas ultra HD displays OLED, além de uma versão menor, que mede 55 polegadas. A LG ainda está para anunciar a data de lançamento e possíveis preços de novos monitores. 

APPLE INOVA COM DOIS NOVOS IPHONES 


Os novos smartphones da Apple, o iPhone 7 e o iPhone 7 Plus, chegaram às lojas do Brasil no dia 7 de setembro com o melhor desempenho e a maior duração de bateria até hoje. Eles trazem um sistema de alto-falantes estéreo e tela com mais brilho e cores, além de serem resistentes à água, respingos e poeira. Os dois modelos – de 4,7 e 5,5 polegadas – são feitos de alumínio resistente e vêm nas cores prateado, dourado, cinza espacial e cor de ouro rosa. Duas novas cores foram lançadas: preto mate (bem escuro) e preto brilhante. O modelo mais básico, de 32 GB, custa US$ 649 (cerca de R$ 2.150,00 sem impostos) no site da Apple.

GUERRA DA TERRA AO ESPAÇO


Lançado no início deste mês, Call of Duty: Infinite Warfare, 10º jogo da franquia de tiro, está disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4. Desenvolvido pela Infinity Ward e distribuído pela Activision, o game coloca o jogador na linha de frente de uma guerra contra duas facções no comando do Capitão Reyes, estando disponíveis três modos de jogo: campanha, multijogador e zumbis. Seguindo o tom futurista adotado nos jogos anteriores, os campos de batalha vão da Terra até o espaço com tiroteios em gravidade zero e batalhas com jatos de combate. O jogo sai por R$ 249,90 na loja virtual PlayStation Store.

Fonte: Revista Linda - ano 9, nº 108, novembro 2016 (adaptado).

Texto: Gabriel Rodrigues.

Revisão: Marielle Rodrigues de Oliveira.

2 de dezembro de 2016

3 motivos para assistir Animais Fantásticos e Onde Habitam

Originado da série "Harry Potter", o filme Animais Fantásticos e Onde Habitam se passa na década de 20 (70 anos antes da história criada por J. K. Rowling) em Nova York (EUA), quando o magizoologista (bruxo que estuda criaturas mágicas) Newt Scamandar (estrelado por Eddie Redmayne) faz um escala durante uma viagem, carregando uma mala cheia de animais fantásticos que acabam fugindo em meio à cidade. O longa foi lançado no Brasil no dia 17 de novembro. Confira três motivos para assisti-lo:


SAIBA MAIS

A grande missão de Scamandar é ir à caça desses monstros que ele os protege. O filme também traz em seu elenco nomes como Katherine Waterston (a bruxa Tina Goldstein, integrante da MACUSA), Alison Sudol (Queenie Goldstein, bruxa irmã de Tina), Dan Fogler (o No-Maj "não mágico" Jacob Kowalski) e Colin Farrell (o vilão Percival Graves). 

J.K. Rowling, roteirista do filme, vê seus personagens como "pessoas que se sentem excluídas, estigmatizadas ou anormais". Rowling anunciou que a nova saga será dividida em três partes. A segunda parte deve estrear daqui a um ano. 

Animais Fantásticos e Onde Habitam surpreende com efeitos visuais e sonoros de ponta, o que possibilita a "mágica" mostrada na telona. Por isso assisti-lo em 3D ou 2D é uma boa pedida! Vá logo para o cinema mais próximo e garanta já o seu ingresso.

Assista ao trailer de Animais Fantásticos e Onde Habitam:



PARTICIPE

Se você já assistiu a este filme, deixe aqui sua opinião.

1 de dezembro de 2016

Inspire-se com as fotos de Morgana Mazzon

As férias estão aí e um dos itens que não podem faltar na mala de viagem é a câmera fotográfica. Afinal de contas, você nunca sabe o que irá encontrar pelo caminho e o cenário pode lhe render bons cliques. No entanto, fotografar é muito mais que só apertar um botão, exige técnica, mas acima de tudo, talento, sensibilidade e olhar apurado, características essas que a fotógrafa portoalegrense Morgana Mazzon (30) tem de sobra. Formada em psicologia pela PUCRS, Morgana transfere seu conhecimento das emoções para as lentes da câmera há quatro anos, exercendo simultaneamente as duas profissões. Suas fotos inspiram arte, poesia e liberdade, despertando os mais variados sentimentos em quem as contempla.


Morgana Mazzon por Joe Nicolay

RESIDÊNCIA NA EUROPA

Em 2014 Morgana fez residência fotográfica no sul da Europa (Portugal, Espanha e França) durante três meses. "Essa experiência foi libertadora, cresci muito pessoalmente e profissionalmente", diz. Os cliques renderam uma exposição intitulada "Flâneur", em parceria com o fotógrafo Marcelo Ruduit, no Shopping Rua Da Praia em Porto Alegre (RS), no último mês de março.

PROJETO FOTOGRÁFICO

Morgana há dois anos desenvolve o projeto Resiliência, com mulheres vítimas do câncer de mama. "Um dos objetivos deste trabalho é experimentar o papel terapêutico da fotografia e o impacto dela na autoestima dessas mulheres", conta. 

CAPAS DE REVISTAS  

As fotos de Morgana já estiveram no site das revistas Vogue Itália e Marie Claire Brasil, inclusive duas vezes na coluna do Roger Lerina, no jornal Zero Hora. Ela também fez as fotos de capa da revista de arte J’adore e da edição de novembro da Linda, de Cachoeira do Sul. 

Confira a entrevista com a fotógrafa Morgana Mazzon.

1) Quando e como você começou a fotografar e a estudar fotografia?

"Sempre gostei muito de fotografia. Minha primeira câmera, ainda analógica, ganhei no meu aniversário de 13 anos. Mas foi em 2010, já com uma câmera digital, que passei a levar o hobby mais a sério. Comecei fotografando espetáculos teatrais de amigos, nessa época estudava psicologia e nem cogitava fotografar profissionalmente. Meu sonho era ser psicóloga e trabalhar exclusivamente na área da saúde. Mas como eu costumo dizer: 'A fotografia me pegou pelas tripas'. Foi uma paixão recíproca e muito forte, quando vi estava totalmente envolvida, nem sei direito como explicar. Aos poucos, com ela, descobri uma nova forma de ajudar as pessoas, o que me satisfez completamente. Meus estudos na fotografia começaram de forma autodidata, praticando muito (quase todos os dias), lendo muita coisa na internet. Muito tempo eu usei apenas a 'intuição', a 'santa intuição' (risos) para fotografar. Eu me arriscava em todas as funções manuais da câmera, sabia explicar como tinha feito a foto, mas não sabia explicar porque tinha feito de tal forma". 


"A psicologia me inspirou e me inspira profundamente. Estou sempre buscando pontos de interseção entre a psique e a imagem", fala Morgana

2) Quais foram os seus maiores desafios no início da carreira? 

"A fotografia é uma profissão muito desafiadora, e justamente por isso que me encanta tanto. Mas acredito que o maior deles foi aprender a valorizar o meu próprio trabalho. O trabalho artístico, em geral, ainda é muito desvalorizado. O grande 'boom' tecnológico democratizou a fotografia - qualquer pessoa tem acesso à câmeras potentes e programas de edição de imagens no próprio celular. Porém, acredito que impactou no trabalho do fotógrafo, uma vez que as pessoas em geral acreditam que 'é só apertar um botão' para ter boas imagens, acabam desvalorizando um profissional. Para me afirmar no mercado, tive muita dificuldade em saber como precificar meu trabalho levando em conta meu tempo de estudo, de produção, de edição e retoque de imagem, além do investimento em equipamentos e ter segurança para passar tudo isso para os meus clientes. Outro grande desafio que ainda enfrento é adequar o meu estilo de fotografia à necessidade e orçamento do trabalho. Procuro conciliar ao máximo as duas coisas para manter minha assinatura e identidade atendendo a vontade do cliente". 

3) Você acredita que conseguiu se destacar nesse meio tão concorrido que é a fotografia? 

"Essa questão de 'destaque' é algo subjetivo... Eu diria que depende de qual contexto estamos falando. Em determinado contexto, dentro da minha cidade, acredito que sim, que esteja conseguindo me destacar e ser reconhecida pelo meu trabalho. Mas a fotografia é um universo imenso e não há limites. Há muito que aprender e expandir". 

4) Qual o significado da fotografia na sua vida? 

"A fotografia me aproximou do mundo e de mim mesma. Ela é muito mais do que um trabalho, é meu estilo de vida. Envolve a forma como me relaciono com o mundo e como me comunico com ele. Da mesma forma, ela revela meu universo interior, meus sonhos e inquietações... Revela a forma como eu vejo e observo as coisas, minhas reflexões mais profundas. Além disso, ela é meu objeto terapêutico e de meditação, contemplação. Quando estou fotografando, estou inteiramente no presente".

5) Quais são os aspectos positivos e negativos da profissão de fotógrafo?

"Tudo tem seu lado bom e ruim. Amor é perceber isso e ainda assim considerar que a parte boa faz tudo valer a pena. Os aspectos negativos estão muito ligados à instabilidade que qualquer profissional liberal enfrenta, mas gosto de ver isso como um desafio. Além disso, a possibilidade de trabalhar em lugares diferentes, sempre em situações diferentes compensa todo o resto".

6) Suas fotos têm um visual retrô, naturalista e artístico. O que você busca transmitir através de seus cliques? 

"Eu sou uma pessoa muito nostálgica. Vivo essas sensações intensamente. Sinto saudade de coisas que passaram, mas também sinto saudade de coisas que não vivenciei, de lugares que não conheço. Gosto de viver isso através da fotografia, me aproximar desse universo que habita no meu imaginário de uma forma tão íntima, como se eu tivesse revisitando outra época dentro da atualidade". 

7) De onde vem a sua inspiração para fotografar? 

"Minha inspiração vem da vida, do meu cotidiano. Eu costumo ver tudo enquadrado; estou sempre fotografando, mesmo sem câmera. A experiência de trabalhar em um hospital psiquiátrico sem dúvida também me alimentou muito nesse aspecto. Descobri que tenho um gosto especial pelo insólito, pelo caos, pelo incomum. E gosto quando as pessoas se surpreendem e conseguem ver beleza no caos através das minhas fotos".

8) Até onde você deseja chegar com o seu trabalho? 

"Eu não sei onde quero chegar. Atualmente não tenho grandes planos, tenho ideias. Tudo pode mudar. Mas sem dúvida a fotografia sempre estará na minha vida. Quero estar junto com ela onde eu for". 

DICA DE FOTOGRAFIA 

Acredito que estar presente é o fundamental. Fotografia é resultado da relação entre fotografo e modelo/objeto. É preciso estar atento, estar presente para captar a essência do momento. Às vezes, nos apegamos muito à técnica, às condições ideais de luz e isso nos afasta do presente. É importante dominar a técnica não só para fazer uso dela, mas para saber quando se pode abrir mão dela em nome de algo maior. 

Fonte: Morgana Mazzon

Inspire-se com as fotos de Morgana Mazzon a seguir. 


Balões nos céus de Cambará do Sul




Modelo: Morgana Ludwig





Modelo: Angelo Bonini



Parque de diversões no Jardin des Tuileries (Jardins das Tulherias), ao lado do Palácio do Louvre, em Paris


Modelo: Savana Sá



Modelo: Thalen Ruggeri 


Modelo: Giulia Frota


Modelo: Joe Nicolay


Modelo: Gabriela Steinhaus/ Projeto Exorcismos Urbanos

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Instagram: @mazzonmorgana
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