10 de novembro de 2012

O poder comum



As pessoas buscam os mesmos ideais, seja a aquisição do sonhado imóvel ou a compra do veículo do ano, buscam realizar sonhos opostos que se cruzam num mesmo caminho. Pela natureza humana egoísta e individualista, consequentemente se esquecem do "outro homem" que tem as mesmas metas a serem realizadas. Muitas vezes as pessoas passam por cima dos sonhos de outras pessoas, como se os seus objetivos "falassem" mais alto que qualquer outro. "O homem é lobo do próprio homem". Eu sou outro você. Somos todos um. Um precisando do outro. 


O único caminho para chegar ao poder comum é conferir todo o seu poder a um homem ou uma assembleia, todos os quais, possam reduzir suas vontades a uma vontade. Isto é algo mais que consentimento, é somar tudo isso a uma e mesma pessoa. É transferir a este homem ou assembleia com os demais o direito de governar a si mesmo. Feito isso, depois de chegar a um consenso, a multidão assim unida em uma pessoa se denomina Estado. E assim, este poder de governabilidade deve manter poder sobre toda sociedade, por meio de leis.

Para um rei, é preferível manter-se temido que amado, porque assim, mantém pressão sobre toda a sociedade, sem abrir exceções, mas capaz de defendê-la contra a invasão dos estrangeiros e as injúrias alheias, assegurando-lhes de tal modo que os seus objetivos justificam os meios. Por outro lado, devemos nos posicionar e lutar pelos nossos objetivos, mas sem desmerecer ninguém, nem viver de querer derrubar o outro. Afinal, para vencer a batalha o importante é lutar limpo.

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